Direitos, deveres e trâmites imigratórios para fins de mão-de-obra para o agronegócio foram abordados nesta quarta-feira, dia 27, no Seminário Normalização e Empregabilidade na Mandiocultura.
A imigração é crucial para suprir a mão de obra no agronegócio devido à falta de trabalhadores locais e à natureza do trabalho pesado e repetitivo, especialmente em colheitas.
Países como os EUA dependem fortemente de trabalhadores estrangeiros para a produção agrícola, com programas legais como o visto H-2A tentando regular essa vinda.
No Brasil, programas como o VES - Visto de Trabalho para Trabalhadores Estrangeiros - têm sido implementados para facilitar a entrada legal e supervisionada de imigrantes no setor, garantindo o cumprimento da legislação trabalhista.
O assunto é bastante palpitante e foi abordado nesta quarta-feira, dia 27, no auditório da Associação Comercial e Empresarial de Marechal Cândido Rondon, por ocasião da etapa local do Seminário Normatização e Empregabilidade na Mandiocultura, promovido pela Associação Técnica das Indústrias de Mandioca do Paraná.
O tema foi destacado pelo ex coordenador-geral de Políticas para Imigração do Ministério da Justiça e atual diretor-executivo do Centro dos Direitos Humanos e Cidadania do Imigrante de São Paulo, Paulo Illes.
Fonte: Agro Marechal
Foto: Copilot
diretor-executivo do Centro dos Direitos Humanos e Cidadania do Imigrante de São Paulo, Paulo Illes.