A partir da detecção de três casos de gripe aviária em aves silvestres no litoral do Espírito Santo, entidades nacionais, estaduais e municipais que atuam na defesa sanitária animal intensificam as ações de monitoramento.
A Embrapa Suínos e Aves , por exemplo, preparou um material com os principais pontos de atenção em relação a regras de biosseguridade.
Muitas propriedades Brasil afora mantêm criações de aves em pequena escala ou granjas com acesso a piquetes e área externa, o que torna mais valioso conhecer essas medidas.
Dentre as orientações técnicas sobre a gripe aviária, o primeiro ponto destacado pela Embrapa é que não se deve misturar aves de espécies diferentes no mesmo aviário, principalmente galinhas e frangos com aves aquáticas, como patos, marrecos, gansos ou aves silvestres.
Na avicultura comercial, é importante utilizar apenas aves de linhagens comerciais, mesmo se forem aves caipiras ou de criações de subsistência.
Outro ponto de atenção é cercar os galpões com tela, para evitar a mistura entre espécies.
A Embrapa também alerta o produtor para que adquira aves somente de plantéis certificados ou registrados junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
No Paraná, a Agencia de Defesa Agropecuária, Adapar, desde o surgimento de casos de gripe aviária em países que fazem fronteira com o País e o Estado, vem realizando monitoramento diário, a fim de preservar as regras de biosseguridade.
Fonte: ADAPAR
Foto: Divulgação










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